quinta-feira, 13 de outubro de 2011

diário da nossa paixão.

«(...) e quando os lábios dele encontram os meus, sinto um formigueiro estranho como nunca antes senti em todos os outros beijos dados, mas não me afasto, e subitamente, um milagre, porque sinto a boca dele aberta,e descubro um paraíso esquecido (...). Sinto o calor do seu corpo, quando as nossas línguas se encontram, e deixo-me escorregar, como já o tinha feito á anos atrás. Fecho os olhos, e torno-me num enorme navio em águas agitadas, forte e destimida, e ele é a minha vela. Suavemente desenho-lhe o contorno da face, depois seguro a mão dele na minha. Beijo-lhe os lábios, as faces, e fico a ouvir enquanto ele murmura docemente : « oh Allie sentia a tua falta » Outro milagre - o maior de todos ! - e não há maneira de suster as lágrimas quando começamos a deslizar para o próprio céu. Porque, nesse momento o mundo está cheio de maravilha enquanto os seus dedos procuram os botões da minha camisa, e devagar, muito devagar, ele começa a desabotoá-los, um a um. »
- diário da nossa paixão

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